segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

I think I'm dumb, maybe just happy


Quem viu o Filipe a cantar Nirvana?

sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

Novos Lançamentos

Não tenho tempo para nada, quanto mais para ler um bocadinho. Ainda tenho um dos livros que me deram no Natal, "O Recife" de Nora Roberts, a meio e sem prognósticos de conclusão para breve. Mas, os novos livros não acompanham o meu ritmo lento. Há cada vez mais livros para comprar e novidades para explorar.


SINOPSE:

«Querida leitoraA vida para mim é ótima. Tenho o meu café de Chicória, o meu beignet quente e o meu melhor amigo ao telemóvel. Depois de o sol se pôr, sou a pior coisa que percorre a noite: comando os elementos e não conheço o medo. Durante séculos, protegi os inocentes e tomei conta da humanidade, assegurando-me de que estão seguros a salvo num mundo em que nunca nada é certo. Tudo o que quero em troca é uma miúda gira num vestido vermelho, que não queira mais nada de mim para além de uma noite. Em vez disso, sou atropelado por um carro alegórico de Carnaval que me tenta transformar num animal morto à beira da estrada e conheço uma mulher que me quer salvar a vida mas não se consegue lembrar onde me pôs as calças. Vibrante e extravagante, Sunshine Runningwolf deveria ser a mulher perfeita para mim. Não quer nada mais do que esta noite, sem laços, sem compromissos a longo prazo.Mas, sempre que olho para ela, começo a desejar concretizar sonhos que enterrei séculos atrás. Com os seus modos pouco convencionais e a sua capacidade para me surpreender, Sunshine é a única pessoa de que preciso. Mas amá-la significaria a sua morte. Fui amaldiçoado e nunca poderei conhecer a paz ou a felicidade, não enquanto o meu inimigo espera na noite para nos destruir a ambos.»

Talon dos Morrigantes




SINOPSE:

"Olivia MacBride e os seus pais eram a típica família de sonho de Hollywood, não lhes faltando fama, fortuna e amor. Até à noite em que Olivia, de quatro anos, acorda e encontra a mãe brutalmente assassinada aos pés do pai. Nesse momento, a vida de Olivia mudará para sempre. Acolhida pelos avós num recanto resguardado pela Natureza, Olivia aprende a enterrar bem fundo o passado. Determinada a proteger-se de memórias dolorosas, cresce limitando a sua vida às florestas verdejantes e à Pousada do Fim do Rio. Mas quando aparece Noah Brady, a jovem terá de se esforçar muito para resistir à atracção que sente por ele. Infelizmente, o futuro é caprichoso e Noah trai a confiança de Olivia. Apesar de ele nunca desistir de a ajudar a lidar com os traumas do passado, poderá a jovem voltar a confiar em Noah? Mais: o pai de Olivia é liberto da prisão e parece que há segredos terríveis a descobrir sobre aquela fatídica noite."

quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

Vestidinhos





Preciso de arranjar um vestido. O baile está a porta e eu não quero aparecer por lá de pijama. O tempo para procurar é que é pouco ou quase nenhum mas consegui encontrar este dois queridos da naf naf. Muito giros mas a colecção de Primavera/Verão está mesmo um mimo.

quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

Põe mas é os olhos nos livros

Eu devia estar a estudar o valor da Ilha dos Amores e o conceito de Herói em "Os Lusíadas". Ou escrever um texto acerca da importância do estudo de "Os Lusíadas" no século XXI.
Não estou muito para aí virada mas devia porque tenho teste amanhã.

terça-feira, 19 de Janeiro de 2010




sábado, 16 de Janeiro de 2010

Parafrasear a Vida XVIII


"Muita gente me tem dito que estou diferente, eu não sei onde, mas a verdade é que estou. Só não o vejo quando me olho ao espelho."

por

sexta-feira, 15 de Janeiro de 2010

É caso para dizer, em voz muito, muito alta, Graças a Deus é Sexta-Feira! Tive um dia do pior para terminar uma semana martirizante.
Preciso mesmo de dois dias sentadinha no sofá, enrolada num cobertor, bem no quentinho! Só mesmo esses miminhos para me ajudarem a recuperar a sanidade. Por agora só me apetece gritar e rosnar a tudo o que se mexa na minha direcção.

Parafrasear a Vida XVII


À Beleza


Não tens corpo, nem pátria, nem família,
Não te curvas ao jugo dos tiranos.
Não tens preço na terra dos humanos,
Nem o tempo te rói.
És a essência dos anos,
O que vem e o que foi.

És a carne dos deuses,
O sorriso das pedras,
E a candura do instinto.
És aquele alimento
De quem, farto de pão, anda faminto.

És a graça da vida em toda a parte,
Ou em arte,
Ou em simples verdade.
És o cravo vermelho,
Ou a moça no espelho,
Que depois de te ver se persuade.

És um verso perfeito
Que traz consigo a força do que diz.
És o jeito
Que tem, antes de mestre, o aprendiz.

És a beleza, enfim.
És o teu nome.
Um milagre, uma luz, uma harmonia,
Uma linha sem traço...
Mas sem corpo, sem pátria e sem família,
Tudo repousa em paz no teu regaço.


Miguel Torga, in 'Odes'

sábado, 9 de Janeiro de 2010

A conclusão.

A mensagem que eu queria transmitir com o meu poema, versão minimalista.